Pesquisar neste blogue

sábado, 27 de outubro de 2018

Fred Jossias causa prejuízos ao empresário Faizal António

 

O evento promovido pelo projecto Geração de Ouro empresário Faizal Antonio, projecto esse que o povo moçambicano antes do evento olhava de bom grado e que depois ficou desapontado por este logo na sua primeira aparição aos palcos convidar artistas de um país que vivem humilhando, desprezando, marginalizando os artistas e povo moçambicano em geral, tem prejuízos avultados por conta do incentivo do Herói da Música Moçambicana Fred Jossias da não aderência do povo moçambicano no evento pelos motivos que todos sabem, para os que tem memória curta passo a citar:

▪Em 2008 o cantor Big Nelo em uma das suas músicas teria dito "o angolano canta, o caboverdiano dança e o moçambicano bate palmas;

▪2015 o país foi humilhado por mesmo grupo angolano que ontem e hoje está no campo de Maxaquene convidados pelo Faizal, eles diziam eles que os músicos moçambicanos não cantam nada, imitam os angolanos em tudo cantar, dançar, falar, vestir;

▪2017 a cantora Edmazia humilhou a  Diva da Marrabenta Neyma Alfredo por causa de um concerto realizado em Moçambique em que a angolana era a capa do cartaz;

▪ Em 2018 a ZapNews ridicularizou durante 3h de tempo os músicos e estilistas moçambicanos como se de palhaços eles se tratassem, as páginas angolanas idem.

Por conta do boicote que o Fred e o povo que se identifica na causa abraçada por ele há mais de 15 anos, 5 dias antes do evento, o CEO da Geração de Ouro sentiu-se obrigado a baixar o preço dos bilhetes de 500 MT para  250 MT e durante o dia passou a oferecer bilhetes nas escolas, nos mercados até comprou álbuns dos artistas angolanos convidados em seu evento para oferecer as primeiras 1000 pessoas que fossem ao concerto para que o mesmo não fosse um autêntico fracasso.

 



domingo, 21 de outubro de 2018

"Txukela": Tchakaze apresenta-se no Franco-Moçambicano

Aniano Tamele, Deltino Guereiro e o poeta Tchaka Waka Bantu são os três artistas com os quais Tchakaze vai dividir o palco.




Alusivo ao lançamento do seu álbum a ser lançado em Janeiro, intitulado "Txukela", Tchakaze, cantora, intérprete e compositora , abre oficialmente o leque de concertos no Centro Cultural Franco-Moçambicano no próximo dia 02.
Neste âmbito, Tchakaze pretende apresentar-se com mais incidência nas cidades de Maputo e Matola.

Mais de 200 atletas participam da 10ª edição do Golfinho Sprint



Arrancou hoje, na piscina Olímpica do Zimpeto, a 10ª edição do Torneio Internacional Golfinho Sprint. A organização mostra-se satisfeita com a qualidade dos competidores que estão na prova. Participam desta 10ª edição mais de 200 atletas entre nacionais e estrangeiros.
Um desfile das delegações de Angola, África do Sul e Moçambique marcou o início, da 10ª edição Torneio Internacional Golfinho Sprint na piscina Olímpica do Zimpeto. Apesar da chuva que se fez sentir na capital moçambicana, neste primeiro dia, as provas foram disputadissimas, pois o objectivo dos clubes participantes é melhorar os tempos e conquistar o maior número de medalhas. Na qualidade de organizador, o clube Golfinhos de Maputo, mostrou-se satisfeito com a qualidade dos atletas na prova.
A Federação Moçambicana de Natação destacou que a reabertura da Piscina Olímpica do Zimpeto irá ajudar os atletas nacionais a melhorar o seu desempenho.  
Por seu turno, Anibal Manave, presidente do Comité Olímpico de Moçambique defendeu que a prova é uma mais-valia para os atletas nacionais, que procuram melhorar os seus tempos, de modo a que tenham os mínimos para os Jogos Olímpicos.
Por se estar no mês de consciencialização e combate ao cancro da mama, denominado Outubro Rosa, foi realizada uma prova dedicada aos esforços do combate a esta doença. E porque o Instituto do Coração juntou-se à causa, está aberto a receber donativos para ajudar nos esforços do combate à doença.
Os clubes nacionais e estrangeiros que participam da prova garantem que irão dar o seu melhor para melhorar as suas marcas e sair com maior número de medalhas.

Estilista moçambicano representa o país no Macau Fashion Week


O estilista moçambicano Nivaldo Thierry foi o único estilista africano a representar o continente no Macau Fashion Week. A semana de moda de Macau é um dos grandes eventos desta natureza a nível mundial, daí ser, segundo Thierry, extremamente difícil para um moçambicano ou africano em geral participar.

Thierry diz que foi uma experiência excepcional expor suas criações naquele canto do mundo, na qual concilia a sua internacionalização ao intercâmbio com designers, modelos e equipa de produção.
“Como artista moçambicano, participar nesta semana de moda em Macau foi uma grande honra. Fiquei muito feliz quando recebi o convite e mais feliz ainda quando, ao chegar, a organização disse-me que já havia ouvido falar de mim e que já me queria no evento há algum tempo. Do mesmo modo, sentí-me com uma grande responsabilidade estar a representar o meu país neste que é um dos grandes eventos de moda. Eles estão mil anos adiantados em relação a Moçambique. Então, nos cinco dias em Macau aprendí muito”, disse Thierry.
O evento destina-se a principais marcas de moda de luxo e estilos de vida. Além de desfiles em ambientes incríveis, a organização realiza iniciativas destinadas à indústria da moda e ao público em geral.
O Macau Fashion Week teve lugar em simultâneo com a Feira Internacional de Macau, onde Moçambique também se faz representar por uma delegação encabeçada pelo Ministro da Indústria e Comércio Ragendra de Sousa e outras figuras das artes moçambicanas. Na Feira, o país tem a oportunidade de divulgar as suas potencialidades, juntando entidades como a Câmara de Comércio de Moçambique, APIEX, IPEME, entre outros expositores, lê-se no comunicado .
O jovem estilista moçambicano, tem sido a grande promessa da moda nacional contemporânea, representando Moçambique em eventos com grande destaque a nível internacional.

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Biografia da Filady (Máquina de Rimas)



Felizarda Miguel Mucuho ou simplesmente Filady. É uma jovem rapper Moçambicana, residente na Matola. Filady começou a sua carreira musical em 2011 quando tinha os seus 16 anos de idade.

Ela apaixonou-se por essa cultura quando frequentava o ensino secundário, graças ao incentivo do seu primo Spike após ouvir um áudio que ela gravou.

Depois disso Filady não mais parou de fazer música, mas só gravava com o seu primeiro grupo musical “Real Family”. Em 2012 Filady lança sua primeira música a solo intitulada “Moça das Badjias”, música essa que virou febre por todo país e criou certa curiosidade aos ouvintes que procuraram saber mais da Filady enaltecendo mais assim o nome dessa rapariga.


No mesmo ano (2012) Filady lança mais uma bomba musical intitulada “Arrependimento“,essa superou todas as expectativas dos seguidores da Filady,e é considerada “febre” até hoje.

E em 2013 ela se junta a um grupo de quatro raparigas, grupo essa que chamava-se “Imperial Ladies“,onde fizeram vários trabalhos juntas e projecto durou 1 ano mas depois foi encerrado.

Em 2014 Filady decide juntar-se a um jovem rapper e Matolense também e conhecido como Clemy, onde formaram uma dupla musical e trabalham juntos até hoje. Mesmo com sua dupla, Filady não parou de lançar músicas a solo que poem os seus seguidores no delírio, e aqui estão alguns temas que a Filady lançou até agora que são um sucesso “Xiquento, Pfala Xa Nomo, Pão Seco.“

Nos Finais do ano 2016 Filady recebeu um prêmio de contribuição na sociedade através da cultura graças a música “Pfala Xa Nomo“. E de lá pra cá ambos lançaram várias bombas musicais sendo as mais recentes “Ximoko” e “Toma Toma” com direito a seu respectivo vídeo-clip. No mesmo ano, tanto a Filady como o Clemy, são convidados para  parte do grupo musical “Turma do Exagero Music” agenciado pelo rapper e apresentador de Televisão Dygo Boy, o qual até os dias de hoje fazem parte.


Em 2017, Filady participa no maior Festival Nacional de Hip-Hop Punhos no Ar, na sua 2ªedição, o qual juntou artistas do Sul, Centro e Norte do País e ela representou as Female Mcs ao mais alto nível.

Actualmente a Filady foi intimada mais uma vez pela produtora Nexta Vida Enter10ment , só que desta vez na Batalha dos Pesos Pesados entre Moçambique VS Angola e em virtude disso, encontra-se em ensaios para proporcionar ao público amante das suas músicas uma performance bem ao seu estilo característico, para fazer jus ao seu aka Máquina de Rimas.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Leia Dongue no Cégled da Hungria




É oficial. A internacional basquetebolista moçambicana, Leia “Tanucha” Dongue, assinou um contrato com o Cégled da Hungria para a temporada 2018-2019.

Dongue deixa, desta forma, o Gernika da Espanha onde evoluiu na temporada 2017-2018 obtendo médias de 11,4 pontos e 4,9 ressaltos em 19 minutos por jogo.

Na Espanha, a talentosa basquetebolista moçambicana teve como melhores registos 22 pontos em 25 minutos na quadra no jogo com o Sedis, 21 pontos em 26 minutos contra o Girona e um duplo-duplo (20 pontos e 10 ressaltos) contra o Ferrol.
Leia Dongue é representada pela Regeneracom Sports, agência de jogadores com penetração nos mercados europeu e dos EUA com a qual assinou contrato em Abril deste ano.

Detida pelo espanhol Lluis Túnez e certificada pela FIBA e WNBA, a Regeneracom Sports agência atletas como Italee Lucas, base americana naturalizada angolana e que actualmente evoluiu no DK Gipuzkoa da Liga Espanhola, bem como as malianas Minata Keita e Mariam Coulibally.

Só sucesso

Em 2009, Leia Dongue obteve uma média de 9,4 pontos e 7,1 ressaltos e 19 minutos por jogo no “Afrobasket” e ela foi selecionada na primeira equipa da Taça dos Clubes Campeões Africanos.

Três anos depois, ou seja, em 2012, Tanucha disputou a fase de apuramento para os Jogos Olímpicos, terminando o torneio pré-olímpico com uma média de 12.5 pontos e 8 ressaltos por jogo.

No mesmo ano, em representação da extinta equipa da Liga Desportiva de Maputo, conquistou a Taça dos Clubes Campeões Africanos, numa prova que teve lugar em Abidjan, Costa do Marfim.

No ano de 2013, Leia Dongue foi medalha de prata no Campeonato Africano de basquetebol, certame havido no pavilhão do Maxaquene, em Maputo. Nesta competição, na qual esteve em bom plano, a craque obteve uma média de 14.3 pontos, 8 ressaltos e 2.6 roubos de bola  em 23 minutos por jogo.

Num ano de grandes exibições, assinou contrato com o 1º de Agosto de Angola, equipa com a qual foi nomeada para o cinco ideal da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol, prova na qual terminou com uma média de 21.7 pontos e 9,3 ressaltos em 27 minutos por jogo.

Em representação de Moçambique, Leia Dongue foi uma das melhores atletas da selecção nacional no Campeonato do Mundo de 2014, na Turquia.

Naquela que foi a primeira e única presença de Moçambique num Mundial, Dongue teve uma média de 15 pontos e 11.7 ressalto/jogo, brilhando no jogo contra a França (18 pontos e 11 ressaltos) e Turquia (17 pontos e 14 ressaltos).

Em 2015, Leia Dongue venceu a Taça dos Campeões Africanos ao serviço do D’Agosto de Angola e, para não variar, foi indicada para o cinco ideal.

Porque África começava a ficar pequena para o seu potencial, em Março de 2016 Leia Dongue assinou pelo Al-Qazeres na Espanha, conjunto que representou com brio e profissionalismo e teve média de 17,2 pontos, 7.9 ressaltos, números que ajudaram a levar a sua equipa à primeira divisão espanhola após contabilizar 25 pontos e 10 ressaltos no decisivo jogo.

Em 2017, em Angola, mais uma vez mostrou todo o seu potencial. Foi campeã africana de clubes e foi indicada para o cinco ideal da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol com média de 15.7 pontos e 5,7 ressaltos.

Com sua selecção nacional, Leia Dongue chegou às meias-finais do Afrobasket 2017 e foi nomeada o cinco ideal da competição com média de 16.9 pontos e 7.6 ressaltos por jogo.

Fonte: O País

Locutor moçambicano Nelson James-um é quase expulso por defender artistas e música moçambicana no seu programa


De Nelson James-um passamos a citar:

É o seguinte, eu sou Locutor Nelson James-um da Rádio ZFM 107.9FM em parceria com a Rádio Comunitária de Maxaquene há 5 Anos de carreira e tinha 4-Horas de Rádio de Segunda a Sexta das 18:00-Horas as 22:00-Horas e logo  após o Festival do Zouk Angola sem artistas moçambicanos eu cheguei a Rádio para apresentar as minhas 4-Horas de Rádio e entrei manifestando a minha indignação e antes que eu continuasse com a indignação recebo um telefonema do nosso director a mandar-me parar e até hoje me foi cortado 2-Horas de tempo e só apresento nas Segundas e Quintas das 20:00-Horas as 22:00-Horas mesmo tendo maior audiência e meus ouvintes pedindo que me fossem restituidas as 4-Horas e dias da semana será isso justo?